Levantamento permanente vai identificar grupos e movimentos
A Prefeitura de Betim anunciou o a realização do Mapeamento dos Coletivos da Juventude 2026. A iniciativa, de caráter contínuo, busca identificar, registrar e valorizar grupos, movimentos e organizações juvenis que desenvolvem ações no município, contribuindo para a construção de políticas públicas mais efetivas e conectadas às realidades dos territórios. O mapeamento permitirá traçar um panorama territorial e temático das juventudes betinenses, fortalecendo a articulação em rede, o diálogo com o poder público e o reconhecimento do protagonismo juvenil na cidade.
Para o levantamento, são considerados coletivos da juventude as articulações formadas majoritariamente por pessoas entre 15 e 29 anos que se organizam em torno de interesses e objetivos comuns, promovendo iniciativas nas áreas cultural, artística, esportiva, social, política, religiosa, entre outras. O mapeamento abrangerá todas as regionais do município e poderá ser atualizado periodicamente, contemplando iniciativas ligadas à cultura, arte, música, dança, esporte, lazer, direitos humanos, cidadania, fé e demais segmentos de atuação juvenil.
Durante o processo, serão coletadas informações como nome do coletivo, território de atuação, área temática, ano de criação, número de participantes, faixa etária predominante, perfil do público atendido e principais desafios enfrentados pelos grupos. Os resultados serão apresentados à sociedade por meio de uma devolutiva pública, garantindo transparência ao processo e fortalecendo o diálogo entre o poder público e as juventudes do município.
Para Fernando Alves Matos, superintendente municipal de Juventude, a iniciativa representa uma ferramenta estratégica para aproximar a administração pública das diferentes realidades vividas pelos jovens e qualificar a formulação de políticas públicas. “Esse instrumento permite que o poder público esteja permanentemente conectado às demandas das juventudes, que são dinâmicas e estão em constante transformação. Mais do que reunir informações, o mapeamento fortalece o diálogo entre os jovens e a administração pública, possibilitando a construção de políticas mais efetivas, participativas e alinhadas às realidades dos territórios.”


