Parque Ecológico Municipal Cléo Barbosa é inaugurado em Betim

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Foto: PMB

Programação de abertura do local contou com diversas atividades para a população

A população de Betim conta agora com mais um espaço de lazer na cidade. É que a prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semmad), inaugurou no último domingo (28), o Parque Ecológico Cléo Barbosa.

A abertura do espaço – localizado no bairro Cachoeira – contou com uma extensa programação, que incluiu atividades recreativas e de promoção do bem-estar. Dentre as atrações estavam uma feira especial de adoção de cães e gatos, aula de Yoga e serviços como aferição de pressão arterial e glicemia, além de alongamento.

O vacimóvel também esteve à disposição para aplicação de doses da vacina contra a covid-19 para quem estava em atraso. O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Ednard Tolomeu, destaca que o parque
contribuirá muito com a promoção do bem-estar da população. “O impacto positivo de um
parque ecológico em uma cidade vai além da preservação ambiental. É um espaço que agrega esteticamente, além de promover qualidade de vida ao possibilitar o contato direto com a natureza, o lazer, a atividade física, a socialização… Então é um combo que une benefícios à saúde, ao corpo e à mente”.

Recursos hídricos

Autoridades na solenidade de inauguração do Parque Ecológico Cléo Barbosa. Secretário Ednard Tolomeu
e familiares também participaram. A matriarca da família foi homenageada dando nome ao parque.
Foto: PMB

Após anos de espera, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paraopeba – CBH Paraopeba, sob a presidência do secretário de Meio Ambiente de Betim, Ednard Tolomeu, aprovou, no último dia 24, mecanismos e valores de cobrança pelos usos outorgados de recursos hídricos na bacia do Rio Paraopeba.

A cobrança pelo uso da água é um instrumento da Política Nacional de Recursos Hídricos, conforme estabelece a Lei nº. 9433/97. Essa conquista reconhece a água como um
bem econômico, cujo preço é fixado a partir de um acordo entre os usuários da água, as
organizações civis e os poderes públicos presentes, visando estimular seu uso racional e arrecadar recursos para a sua gestão e recuperação, importante nesse momento em
que o Rio precisa de todos os apoios para ser recuperado.