Ponte que liga bairros Roseiras e JK, em Igarapé, é concluída

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Foto: Prefeitura de Igarapé/ Divulgação.

Travessia de estrutura metálica beneficia mais de três mil moradores da região

Moradores dos bairros Jardim das Roseiras e JK, em Igarapé, comemoram o conforto e a segurança da nova travessia que liga os dois bairros. No dia 6 de agosto, a prefeitura entregou a ponte de estrutura metálica construída sobre trecho do Córrego Machado, em substituição à antiga passagem feita com madeira, que caiu por causa da erosão do solo, durante o período chuvoso deste ano. A obra beneficia mais de três mil pessoas que vivem na região.

Arcada, integralmente, com recursos próprios, a ponte com 21 metros de comprimento e 1m20 de largura, custou aproximadamente R$ 52 mil aos cofres da prefeitura. Além da estrutura metálica, a travessia recebeu novas cabeceiras de concreto, o que reforça ainda mais a segurança da passagem para transeuntes.

O secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Urbanos (Obras), Witor Campos, explica que, para a construção da ponte, foi preciso cumprir uma série de etapas. “Além da licitação, prática obrigatória para toda obra pública, e que demanda prazos, houve necessidade de procedimentos técnicos, como sondagem do terreno e execução de projetos. Essas fases contribuem para elevar a segurança da construção, mas também exigem mais tempo para concluir a obra”, destaca.

Melhoria comemorada

O soldador aposentado Wilson Sebastião de Oliveira, 59 anos, que vive há mais de duas décadas no JK, destaca a importância da travessia para quem mora na região. “Nossas crianças estudam na escola do Roseiras, o posto de saúde que nos atende também fica do outro lado, sem falar que os moradores de lá quando descem do ônibus cortam caminho passando aqui por dentro do bairro JK”, enfatiza.

A comerciante do JK, Maria Vieira, 60, também comemora a entrega da nova ponte. “Sem a ponte, precisávamos dar uma volta enorme para resolver nossas coisas do lado de lá. A pé, tínhamos que andar mais de vinte minutos. Agora, ficou ótimo. Com cinco minutos estamos no Roseiras”.

Nascido e criado no bairro Jardim das Roseiras, o chaveiro Diego Igor Pereira, 33, não necessita muito utilizar a travessia, mas mesmo assim disse que a conquista é motivo de celebração entre vizinhos e familiares. “Para as pessoas que pegam ônibus na marginal, então, facilitou demais. Agora, podem dormir um pouco mais, pois durante o período que ficou sem a ponte, tinham que levantar meia hora mais cedo”.

A nova ponte beneficia também parte de moradores do Novo Horizonte, bairro que fica do outro lado da BR 381, lembra a dona de casa Zélia Teodoro da Silva, 69. “Muitos vêm pegar ônibus aqui para Betim, Belo Horizonte, porque a condução é mais vazia”, comenta a idosa que vive há cerca de três décadas na via próxima à cabeceira da ponte, do lado do Roseiras.